O estilo de música que se tornou uma maneira de levar a vida é a razão de ser da estréia nas letras do jovem autor brasileiro Bertoldo Gontijo. Real, escrito de maneira leve, mas nem por isso sem força ou obtusa, esta é uma obra para ser degustada vorazmente, em um só acorde maior, de uma só vez. Se nem todas as experiências de vida rendem bons livros, as de Bertoldo vão render ainda mais histórias e, consequentemente, mais experiências aos leitores.
Ricardo Franca Cruz, editor-chefe, Rolling Stone Brasil.
Um livro escrito com muita perícia - de linguagem, estruturação, dialogação e desvendamento psicológico dos mundos dos “cabra”, que é, a bem dizer, da “malta” toda.
Comentário por Berta
16 Agosto 2007 @ 11:46 am
Delicioso, com sabores da nossa adolecência! Parabéns Bê, me diverti muito. Secesso! Bjs, Lú
Comentário por luciana lio faccin
16 Agosto 2007 @ 7:36 pm
Ler “Antes Tarde do que Sempre” é como ouvir um bom rock, onde a letra menciona sexo e drogas, mas a canção fala realmente sobre os aspectos mais pitorescos da natureza humana.
Simplesmente imperdível.
Comentário por Marcelo
19 Agosto 2007 @ 11:04 pm
“A esperança é a última que morre” bem poderia ser um título substituto para este livro, que chega sem grandes pretensões e fica.
Comentário por Remisson Aniceto
4 Novembro 2007 @ 9:10 pm
Muito bom! Há tempos não me deliciava de tão boa leitura.
Comentário por jorgely feitosa
31 Julho 2008 @ 8:04 pm
O livro é excelente
Comentário por Alicio
17 Agosto 2008 @ 9:07 pm