Da cómoda o poeta sacou o desejo adiado de versejar. Aproveitou o cidadão e sacou da sua crÃtica incómoda, que não pode a democracia superiorizada apagar a vocação da poesia. Há, então, uma primeira parte marcada pela busca alquÃmica do verso reluzente e genuÃno de valor. Depois vem o exercÃcio de cidadania, um ou outro poema longo, e os curtos a assumirem, por vezes, vocação de scriptoon, pregos no conforto de uma certa hipocrisia dos dias superiores.
ola stor… não tive paciência pa ler aquilo tudo mas do que li ta muito fixe… Gostei… xauuu
Comentário por Catarina António 11ºD
4 Junho 2007 @ 8:41 pm
Um optimo trabalho, para ler e reler sempre que nos falta algum alento, pois
«que é preciso alguem acordar
este povo tem muito para dar»
Gostei do trabalho e fico à espero do livro, pois o papel tem outro toque!
Comentário por Rodrigo
10 Junho 2007 @ 2:55 pm
Gostei e ponto final.
Escrever poesia não é um serviço… Escrever poesia é um modo de amor os outros!
Agora só resta o prazer do tacto,o desfolhar,o agarrar, o comtemplar entre as mãos! Força, venha o livro em formato papel.
Comentário por São
11 Junho 2007 @ 7:27 pm
gostei do texto e da capa:) Mt apelativo.
Tb sou escritor de poesia..
estou algo reticente em publicar aqui..
quem sabe um dia:P
abraços a todos.
Comentário por Velaquez
1 Julho 2007 @ 10:23 pm
li:o menino da sua mãe, e pensava que era o poema do Fernando pessoa,afinal é só o titulo!
passei os olhos por mais alguns poemas e acho que tem talento pra escrever!
espero que 1 dia o livro esteja disponÃvel,em livro convencional!!
mandei o meu livro pra este site,continuo a espera de ver o meu livro de poemas aqui pra puder partilhar com todo o mundo o que sinto ou sentia!!
Comentário por edson
2 Janeiro 2008 @ 6:43 pm