Maria Branca, publicitária, escritora de literatura infantil, boémia, psicóloga amadora, viveu na cidade de Lisboa, em Portugal, não se sabe bem quando, mas marcou o seu tempo. Para a posterioridade deixou este registo temporário agora feito livro. «Lembrem-se de mim que eu não me esquecerei», diz na dedicatória. Quis ficar na História e conseguiu conquistar um canto no Museu Central, onde até uma das suas camas se encontra exposta. Amante dos prazeres da vida, conta o que lhe apetece sobre si e essa época louca em que se vendem cuecas bibelôs…
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