Poesia

In Cómoda

In CómodaDa cómoda o poeta sacou o desejo adiado de versejar. Aproveitou o cidadão e sacou da sua crítica incómoda, que não pode a democracia superiorizada apagar a vocação da poesia. Há, então, uma primeira parte marcada pela busca alquímica do verso reluzente e genuíno de valor. Depois vem o exercício de cidadania, um ou outro poema longo, e os curtos a assumirem, por vezes, vocação de scriptoon, pregos no conforto de uma certa hipocrisia dos dias superiores.

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