SINAPSES - editora online

Lançámos o blogue

O blogue da Sinapses será o sítio onde damos conta de todas as novidades.

Continuaremos a responder às questões que nos chegarem por e-mail, mas este é o espaço ideal para acompanhar os nossos planos e processos de publicação e uma das nossas ferramentas preferenciais de comunicação.

Agradecemos a todos os que nos enviaram e-mails. Se ainda não lhe respondemos, vamos fazê-lo assim que possível.

A acompanhar este blogue surgem algumas pequenas alterações no site. Corrigimos erros que detectámos ao longo desta primeira semana online e agora deverá estar tudo a funcionar.

Problemas ou sugestões, é só entrar em contacto connosco. Por e-mail, ou em comentário a este post.

    Equipa Sinapses | 3 Maio 2007 |
    

    1 Comentário

    1. Não vou escrever sobre e-books, mas sobre outra coisa relacionada, a mudança dos hábitos de leitura, reproduzindo um “post” do meu blogue bloco de notas:

      Os jornais gratuitos

      A tão falada Web 2.0, a do acesso gratuito à informação e aos utensílios informáticos, tem também um análogo mais convencional. Refiro-me aos jornais gratuitos, que me parecem estar com franco sucesso. Passo com frequência, de manhã, num ponto quente da sua distribuição, Entrecampos. Quase que me sinto mal e tenho de fazer um sorriso ao recusar o jornal, aceite por todos os automobilistas à minha volta.

      Já tive curiosidade de ler um ou outro. A qualidade deixa a desejar, aquilo parece um simples boletim da Lusa, não há nada de opinião, a publicidade, obrigatoriamente, ocupa a maior parte do espaço. No entanto, pergunto-me se é legítimo criticá-los.

      Há ainda três ou quatro anos, os meus alunos universitários não liam um jornal. Não é só impressão de companheiro de cafetaria, é resultado das respostas que me dão quando os interrogo sobre notícias de grande interesse científico publicadas nos jornais.

      Hoje, as mesas da cantina ficam cheias dos jornais gratuitos que, todas as manhãs, são postos numa caixa à porta. É leitura de pouca qualidade, mas o pouco não é melhor do que o nada, a menos que o pouco seja intoxicante, o que não me parece ser o caso? Quantos jovens nunca iriam descobrir, com o tempo e a sua evolução cultural, as maravilhas da música erudita se não andassem, entretanto, a ouvir no iPod coisas sem qualquer qualidade?

        Comentário por JVC (vão à coluna dos autores...)
        29 Maio 2007 @ 3:52 pm

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