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	<title>SINAPSES - editora online &#187; Livros</title>
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	<description>Editora de livros electrónicos. Descarregue e leia onde quiser!</description>
	<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 22:52:56 +0000</pubDate>
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		<title>Continhos de Alfarrobeira</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 1970 00:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandra Pereira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Contos]]></category>

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		<description><![CDATA[Continhos de Alfarrobeira é uma colectânea de 25 contos de inspiração pop e mágico-realista, metade dos quais dedicados a algumas personalidades da cultura lusófona e internacional, gratidões da autora. Alfarrobeiras Em Flor, o primeiro conto, dá nome à colectânea que agora se apresenta. O conto Cristais Como Nós, que aborda o problema do racismo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.sinapses.net/ebooks/continhos_de_alfarrobeira.jpg" alt="Continhos de Alfarrobeira" />Continhos de Alfarrobeira é uma colectânea de 25 contos de inspiração pop e mágico-realista, metade dos quais dedicados a algumas personalidades da cultura lusófona e internacional, gratidões da autora. Alfarrobeiras Em Flor, o primeiro conto, dá nome à colectânea que agora se apresenta. O conto Cristais Como Nós, que aborda o problema do racismo e da exclusão social, ganhou o primeiro prémio num concurso internacional literário de São Paulo, no Brasil. «A arte do conto é a de ser sucinto, pragmático e poético ao mesmo tempo&#8230;», diz Alexandra Pereira.</p>
<ul></ul>]]></content:encoded>
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		<title>In Cómoda</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Dec 1969 20:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manuel Neves Filipe</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Da cómoda o poeta sacou o desejo adiado de versejar. Aproveitou o cidadão e sacou da sua crítica incómoda, que não pode a democracia superiorizada apagar a vocação da poesia. Há, então, uma primeira parte marcada pela busca alquímica do verso reluzente e genuíno de valor. Depois vem o exercício de cidadania, um ou outro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.sinapses.net/ebooks/in_comoda.jpg" alt="In Cómoda" />Da cómoda o poeta sacou o desejo adiado de versejar. Aproveitou o cidadão e sacou da sua crítica incómoda, que não pode a democracia superiorizada apagar a vocação da poesia. Há, então, uma primeira parte marcada pela busca alquímica do verso reluzente e genuíno de valor. Depois vem o exercício de cidadania, um ou outro poema longo, e os curtos a assumirem, por vezes, vocação de scriptoon, pregos no conforto de uma certa hipocrisia dos dias superiores.</p>
<ul></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Zero</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Dec 1969 23:59:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Amaral André</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Romance]]></category>

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		<description><![CDATA[Longe de ser um menino da mamã, Andrés Filip é um privilegiado para quem nada tem ainda de fazer sentido. Mas uma noite agarra-o pelos colarinhos e altera-lhe a linha de rota. As semanas seguintes serão de dúvida, interrogações e angústias. Na distância de tudo e rodeado de coisas apenas suas, coisas que ecoam num [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.sinapses.net/ebooks/zero.jpg" alt="Zero" />Longe de ser um menino da mamã, Andrés Filip é um privilegiado para quem nada tem ainda de fazer sentido. Mas uma noite agarra-o pelos colarinhos e altera-lhe a linha de rota. As semanas seguintes serão de dúvida, interrogações e angústias. Na distância de tudo e rodeado de coisas apenas suas, coisas que ecoam num cérebro a cair aos bocados, só um pensamento o pode salvar da perdição – “um destes dias ainda vou ser feliz. Ou se é feliz ou não se é nada”.</p>
<ul></ul>]]></content:encoded>
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		<title>O Mastro das Alminhas</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Dec 1969 23:59:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Vasconcelos Costa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Contos]]></category>

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		<description><![CDATA[Que género de livro? Não é um romance, também não é uma colectânea de contos bem definidos. É uma construção de ficções e de memórias, sobre uma narrativa fantástica, a de se possuir frente a casa um mastro de navio naufragado, onde pousam as alminhas de infância, personagens que, se não foram bem como escritas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.sinapses.net/ebooks/o_mastro_das_alminhas.jpg" alt="O Mastro das Alminhas" />Que género de livro? Não é um romance, também não é uma colectânea de contos bem definidos. É uma construção de ficções e de memórias, sobre uma narrativa fantástica, a de se possuir frente a casa um mastro de navio naufragado, onde pousam as alminhas de infância, personagens que, se não foram bem como escritas, bem gostariam de o ter sido. Tudo à  mistura com recordações dos Açores e lampejos ilustrativos da cultura de ilhéu. São as histórias do autor, e &#8220;um homem é as suas histórias&#8221;.</p>
<ul></ul>]]></content:encoded>
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		<title>A Cueca Bibelô</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Dec 1969 23:59:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anabela Natário</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Romance]]></category>

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		<description><![CDATA[Maria Branca, publicitária, escritora de literatura infantil, boémia, psicóloga amadora, viveu na cidade de Lisboa, em Portugal, não se sabe bem quando, mas marcou o seu tempo. Para a posterioridade deixou este registo temporário agora feito livro. «Lembrem-se de mim que eu não me esquecerei», diz na dedicatória. Quis ficar na História e conseguiu conquistar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.sinapses.net/ebooks/a_cueca_bibelo.jpg" alt="A Cueca Bibelo" />Maria Branca, publicitária, escritora de literatura infantil, boémia, psicóloga amadora, viveu na cidade de Lisboa, em Portugal, não se sabe bem quando, mas marcou o seu tempo. Para a posterioridade deixou este registo temporário agora feito livro. «Lembrem-se de mim que eu não me esquecerei», diz na dedicatória. Quis ficar na História e conseguiu conquistar um canto no Museu Central, onde até uma das suas camas se encontra exposta. Amante dos prazeres da vida, conta o que lhe apetece sobre si e essa época louca em que se vendem cuecas bibelôs…</p>
<ul></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Melodias do Passado</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Apr 2000 22:59:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Berta Henriques Brás</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novela]]></category>

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		<description><![CDATA[Melodias do Passado é uma pequena obra novelesca que evoca, com graça, nas três partes da estrutura central, um passado jovem, onde se encaixa a figura de meu Pai como exemplo de inteligência, afecto e força moral, donde a pretensão, desde longa data, de lhe prestar homenagem, recontando proezas, transcrevendo-lhe os versos. Escrito após a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.sinapses.net/ebooks/melodias_do_passado.jpg" alt="Melodias do Passado" />Melodias do Passado é uma pequena obra novelesca que evoca, com graça, nas três partes da estrutura central, um passado jovem, onde se encaixa a figura de meu Pai como exemplo de inteligência, afecto e força moral, donde a pretensão, desde longa data, de lhe prestar homenagem, recontando proezas, transcrevendo-lhe os versos. Escrito após a sua morte, o Prefácio, contudo, não mantém idêntico sentido de humor, e os textos em Posfácio, de obras já publicadas, testemunham exemplos da sua inteireza.</p>
<ul></ul>]]></content:encoded>
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